Equipe rumo ao topo

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segunda-feira, 9 de março de 2015

EXPEDIÇÃO MORRO DO AGUDO

MORRO DO AGUDO

Dia 7 de março de 2015, organizamos uma aventura para um novo local, chamado de Morro do Agudo, que fica localizado São Francisco do Sul na chácara de um de nossos integrantes.
Com cerca de 333 metros de altura a nível do mar e 792 metros de trilha, o morro trás muitas surpresas.

Estavam presentes no evento,  Fábio, Hevandro, Carlos, Diego e Luciano.
 
 
Antes de nos adentrar na mata, aproveitamos para registrar os arredores da chácara que por sinal é um lugar muito convidativo e lindo.
 
A fauna e a flora prospera, em abundancia, com uma grande diversidades de aves, plantas e outras espécies de animais que rondam neste lugar.

 
Grande área de pastagem e um lago repleto de peixes.
 
Após ter passado um pouco da curiosidade da chácara, seguimos para o próximo objetivo.
 
 
Bastou poucos passos dentro da mata, para começar a ver as verdadeiras obras primas de natureza.
 
Não estou falando do Hevandro e nem do Fábio e sim das fotos abaixo.


 Lindo conglomerado de fungos, ou cogumelos remanescendo dos troncos em faze de decomposição. Excelente  trabalho da mãe natureza


 
Depois de ter percorrido aproximadamente por uma hora e meia, chegamos a um lugar impressionante, onde o batizamos de Pedra dos Cáctus.

Exuberante beleza

Só que também descobrimos um lindo paredão de pedra, para escalada e rapel, acredito que o ângulo dele pode passar de 60º de inclinação.

Parece até um convite para os amantes de escalada.
Só deste ponto adiante não tinha como seguir adiante, então retornamos um pouco e contornamos a pedra, seguindo a crista de mata, até conseguirmos encontrar o topo.
 
Andamos mais um pouco  e chegamos ao nosso objetivo.
Topo do Morro do Agudo.

Reconhecimento do local.

Aqui é a vista do mirante, sobre as copas das arvores .

Deste ponto podemos ter uma visão de 160°

Desde Araquari, São frâncico, Enseada.
 
Porto de São Francisco e porto de Itapoá

A vista do Morro da Cruz.
 
Conseguimos avistar até os carros estacionados na chácara.
 
Depois da macacada ter visto e conhecido este lugar já é hora de retornar

Pois ainda temos a terceira etapa da nossa aventura mas para isso temos que chegar lá em baixo na chácara.
Pescar a modo indígena, com arco e flecha, só faltou uma coisa, os peixes aparecerem, pois apontaria e precisão nosso guerreiro Carlos tem de monte.
 
Já que os peixes ficaram com medo do nosso arqueiro, recorremos a outro método um pouquinho mais eficaz.
 
A tarrafa, foi o método que nos garantiu uma grande recompensa.
 
Lembra que foi dito que na lagoa tinha uma grande variedade de peixe, pois é esse que o Hevandro esta puxando na tarrafa eu não conheço, hehehe.
Brincadeiras a parte, o café da tarde esta garantido
Diego se prontificou a limpar os peixes.

Carlos à temperar.

Fábio eu e o Hevandro, dando apoio moral hehe.
 
Conquista e recompensa, tudo em um dia só, mais um momento que ficara gravado em nossas mentes.
Considerações finais, não poderia deixar d agradecer ao Sr. Valdemar, pelo exelente trabalho que esta fazendo na chácara e também por ter nos recepcionado tão bem, parabéns e que Deus sempre o abençoe.
Agradecer a Deus por ter nos proporcionado um dia maravilhoso, com muitas vitórias.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Acampamento no Pico Central 01/11/2014


Esta foi a nossa 3ª expedição para o Pico central, que fica localizado na região de Joinville, mais preciso no bairro vila nova, nos conjuntos montanhas.


Pico Central tem cerca de 1022 metros de altura e fica entre o Pico Jurapê e o Pico Sul.
Seu trajeto é um pouco complicado, pois não é tão visitado, por isso que ainda é um dos lugares mais preservados da região.
Tempo de caminhada poderá levar de 4,5 horas até 5,5 horas de caminhada, bem exaustiva dependendo da preparação física e mental  de cada um.


Foi um dia tranquilo, iniciamos a caminhada as 10:30 do dia 01 de novembro, a trilha estava super seca e o tempo estava nublado, com previsão para chuva, no fim da tarde.
Fizemos varias paradas para registrar os locais que mais se destacavam e também para pegar água.
O banho gelado no rio Cebolãno foi essencial para relaxar o corpo.
Aproximadamente as 14:20 chegamos no alto do pico central, montamos acampamento e seguimos até a capsula onde fica o livro de registro.
Registramos a chegada e tiramos mais algumas fotos do local.
A neblina estava muito densa e não tinha visão dos outros montes arredores, se já não bastasse isso, naquela hora começou a trovejar.
Começamos a descida até o ponto de acampamento, a neblina se transformou em garoa e começou a ventar e trovejar mais forte.
Num certo momento, um relâmpago caiu próximo de nós  e a eletricidade foi conduzida através das partículas de garoa e atingiu eu e meu primo Hevandro, sentimos uma leve descarga elétrica na região da cabeça.
Nosso amigo lopes não sentiu nada pois estava protegido dentro de sua barraca.
Acredito que não foi pior porque estávamos com os coturnos ainda nos pés.
Outra coisa que ainda nos preocupava, era que nós, ficamos expostos em um lugar alto aberto, e as barracas minha e do Hevandro eram fixadas com 13 espeques cada uma alem da vareta de alumínio, que poderia vir a servir de um para raio.
E nesta situação nem é bom pensar nas consequências.
Graças a Deus depois de 3 horas de tempo ruim, á trovoada passou, deixando só chuva, durante a noite inteira.
Depois disso o restante foi só curtição e tivemos uma noite fresca para dormir e relaxar.




quarta-feira, 12 de novembro de 2014

DESAFIO EM DOSE DUPLA MORRO DA TROMBA 03/10/2014

Desafio em dose dupla Morro da Tromba em Pirabeiraba.
Ponto inicial do desafio, em baixo deste sombreiro.


Adicionar legenda


No topo do Morro da Tromba, o tempo não esta muito favorável, contudo conseguimos ver a região de Joinville.

Baia da Babitônga e Pirabeiraba.

Acampamento montado, agora é só curtir.
Uma fonte de água a 10 minutos do acampamento.
Quem disse que precisamos ir até o mangue para pegar Caranguejo.

Hora de retornar para casa.
 
Trilha bem preservada

As bromélias estava muito lindas.

As cordas foram trocadas, dando mais segurança e confiabilidade na subida e decida.

Esta linda Jararaca estava na trilha, o jeito que ela se achatou igual a uma Naja mostrou uma beleza maior.

Lembramos a todos que nós estamos invadindo o habitat dela portanto não temos o dever de sacrifica-la em nenhum dos casos.
Preservar e proteger é nosso lema.